terça-feira, 24 de setembro de 2013

Brumas


Brumas

Onde há brumas há flagelos
de corpos sequiosos
através de crateras inabitáveis

Há calor nos olhos verdes
sobre terras imprevistas
dum perigo inultrapassável.

E na suavidade de uma estrela
sentem-se os lírios amantes
em encontros imprevistos

Mas as brumas vaidosas
cantam o fado vadio
por campos serenos… 

Pedro Valdoy

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